
Tecnologia como salvação: fé e esperança em um mundo mediado por artefatos tecnológicos
Por trás do mito da neutralidade dos artefatos tecnológicos, esconde-se a confiança religiosa na capacidade da tecnologia de trazer salvação.
Por trás do mito da neutralidade dos artefatos tecnológicos, esconde-se a confiança religiosa na capacidade da tecnologia de trazer salvação.
A igreja não pode se dobrar e aceitar artefatos que esvaziam a criação de Deus e escravizam o próximo.
Milhares de espécies de animais, incontáveis árvores e plantas, cada um com sua cor e formato que ornamentam nossa paisagem. Será que existe um propósito nisso tudo, ou uma grande coincidência do acaso?
Não é que a fé se opõe ao pensamento, mas, isto sim, a fé que direciona o pensamento. O homem é religioso por natureza, e os compromissos últimos do seu coração determinam o seu viver e estar no mundo.
A ideia central é que a ordem relacional criada por Deus teve seu curso interrompido e desviado de seu eixo original.
A obra evidencia a importância de uma visão de mundo, isto é, de uma cosmovisão que aponte para o “senhorio de Cristo sobre todos os aspectos da vida”.
Teologia e filosofia tem estado em conflito desde os primórdios da igreja, mas é no pensamento de Herman Dooyeweerd que encontramos uma das melhores harmonias entre essas duas ciências.
Para Blamires, o problema, na verdade, se encontra naquilo que ele chamou de secularização mental dos cristãos, que não tem como causa necessária o ambiente universitário.
O imperativo de Paulo na carta aos Colossenses não é, então, um chamado asceta ou alienador. Pelo contrário. É um chamado para bem dentro do mundo, mas um mundo com significado.
O que vem primeiro? O autoconhecimento ou o conhecimento? É o autoconhecimento que o homem tem de si mesmo que o conduz ao conhecimento de Deus ou é o conhecimento de Deus que conduz o homem ao seu autoconhecimento?