
Deus nos fez criativos
O chamado para criar ressoa na humanidade, originada do pó, mas, por vezes, duvidamos se a criatividade em nós é um meio de servir a Deus e a achamos dispensável em nossa jornada.
O chamado para criar ressoa na humanidade, originada do pó, mas, por vezes, duvidamos se a criatividade em nós é um meio de servir a Deus e a achamos dispensável em nossa jornada.
As sementes do progresso foram plantadas no Éden, quando a tentação de progredir ao nível de Deus foi abraçada e consumada pela desobediência ao seguir um engano de que era possível ser ou fazer qualquer coisa à parte de Deus.
Assim, este artigo dedica-se a realizar uma breve análise da obra cinematográfica de Martin Scorsese, recorrendo aos apontamentos de Hans Rookmaaker no campo da estética e, através disso, examinar como a cinematografia do cineasta norte-americano pode dialogar com os cristãos.
Pretendemos, no presente artigo, refletir sobre o papel do cristão no cumprimento do mandato cultural, à luz da cosmovisão bíblica.
O objetivo deste artigo, portanto, é discorrer, fundamentado em uma visão bíblica e crítica dos nossos tempos, sobre um dos pontos mais importantes que permeiam esse tema: a interface na relação do homem com o meio ambiente. Para isso, o artigo foi estruturado conforme o enredo básico apresentado por Goheen e Bartholomew (2016, p. 52): Criação, Queda e Redenção.
Frankenstein como como alegoria para pensar as consequências de quando a igreja se compromete com a cosmovisão de um tempo histórico específico ao invés de manter o seu olhar fixo na metanarrativa bíblica.
O presente texto é um artigo acadêmico no qual apresentamos o conceito de cosmovisão cristã como ferramenta teórica para orientar o programa de ensino na igreja local.
Com o intento de promover reflexões que auxiliem nessa diligência, este artigo trata de dois pontos fundamentais a serem considerados por acadêmicos cristãos. A partir de literatura sobre cosmovisão cristã, filosofia da ciência e de ponderações sobre a vida intelectual cristã, discutiremos a atividade intelectual e o cultivo do conhecimento pensando no pilar criação, queda e redenção.
O presente artigo visa investigar possíveis aplicações práticas dos conceitos apresentados pelo jurista holandês Herman Dooyeweerd atentando-se às discussões existentes sobre a importância, no pensamento cristão contemporâneo, do amor romântico e da realização afetivo-sexual.
Este artigo tem como proposta a reflexão acerca da oração como uma expressão da cosmovisão daquele que ora. Para tal, na primeira parte do texto, será apresentado um breve resumo do desenvolvimento do conceito de cosmovisão. Na segunda parte, será explicado como o coração é a fonte primária da cosmovisão.